Londrina viveu, hoje, mais um dia de desgaste. Um novo escândalo na área pública foi escancarado à sociedade londrinense. O trabalho incansável do Ministério Público desvendou outro esquema de desvio de dinheiro público, mais uma vez no setor da saúde pública da cidade. Os promotores prenderam 15 pessoas sob a acusação de participação no desvio de parte do dinheiro destinado a duas OSCIPs, a Gálatas e a Atlântico. Além de diretores das duas OSCIPs, foram presos funcionários, empresários e o secretário-chefe da Procuradoria Jurídica da Prefeitura de Londrina, Fidelis Canguçu. O prefeito Barbosa Neto, em entrevista coletiva, disse ter sido supreendido pelo escândalo e acabou demitindo de pronto o seu secretário. Para o posto, Barbosa nomeou, no período da tarde, o advogado Paulo César Tieni, funcionário de carreira da Prefeitura. O trabalho de investigação do Ministério Público começou há quatro meses, quando os promotores receberam denúncias de que as OSCIPs estavam usando notas frias em suas prestações de contas junto à Prefeitura de Londrina. O Ministério Público realizou, ainda, apreensões de documentos e computadores.
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terça-feira, 10 de maio de 2011
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
HAULY DEFENDE COOPERATIVISMO PARA FORTALECER O SETOR DE SAÚDE
As cooperativas são uma forma de diminuir a concentração de renda. Com a grande maioria enquadrada no parâmetro de micro e pequena empresa elas necessitam ser fortalecidas e ganhar força para enfrentar o poderio – nacional e internacional – representado pelos planos de saúde globalizados, que atuam em âmbito mundial. Essa foi a tese defendida pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) em audiência pública, nesta semana, na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. A audiência debateu a viabilidade econômica dos planos de saúde das cooperativas médicas. Hauly afirmou ser o cooperativismo na área de saúde um aliado do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender aos milhões de brasileiros não atendidos pelo sistema universal. “O SUS não consegue atender 193 milhões habitantes”.
Um dos formuladores da legislação que criou o sistema único, Hauly disse que o pensamento do legislador ao estruturar essa forma universal de atendimento previa que metade da população seria atendida pelos planos de saúde. Hoje, as cooperativas de saúde ocupam percentual ainda pequeno. Uma preocupação do deputado Hauly é que a Agência Nacional de Saúde (ANS) desvirtue a atuação das cooperativas médicas. Segundo o deputado, o movimento econômico gerado pelas cooperativas de saúde, de médicos no Brasil, retorna em benefício da população.
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