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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

COOPERATIVAS PARANAENSES FECHAM 2010 COM FATURAMENTO DE R$ 27,5 BILHÕES

"As cooperativas do Paraná deverão atingir em torno de R$ 27,5 bilhões de movimentação econômica, numa demonstração que o setor vem crescendo de forma sólida e consistente", afirmou o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, em entrevista concedida nesta quinta-feira (04/11) ao Informativo Coamo, noticiário de rádio produzido pela cooperativa Coamo. O resultado projetado por Koslovski representa R$ 2,5 bilhões a mais em relação aos R$ 25 bilhões que o cooperativismo paranaense alcançou em 2009, repetindo a movimentação recorde atingida em 2008, apesar da crise econômica mundial. Exportações. O presidente da Ocepar ressaltou ainda que as cooperativas do Paraná deverão ultrapassar US$ 1, 650 bilhão em exportações e os investimentos devem ficar acima de R$ 1 bilhão, sendo que boa parte foi aplicada em infraestrutura básica, como armazenagem. "As cooperativas estão investindo nesse ano R$ 360 milhões em armazéns e em torno de R$ 650 milhões em agroindustrialização. Evidentemente que a gente gostaria de ter mecanismos que dessem uma maior garantia de renda ao produtor que ainda não foram implementadas mas são desafios que teremos para os próximos anos com o futuro governo federal", frisou Koslovski.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

HAULY DEFENDE COOPERATIVISMO PARA FORTALECER O SETOR DE SAÚDE



As cooperativas são uma forma de diminuir a concentração de renda. Com a grande maioria enquadrada no parâmetro de micro e pequena empresa elas necessitam ser fortalecidas e ganhar força para enfrentar o poderio – nacional e internacional – representado pelos planos de saúde globalizados, que atuam em âmbito mundial. Essa foi a tese defendida pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) em audiência pública, nesta semana, na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. A audiência debateu a viabilidade econômica dos planos de saúde das cooperativas médicas. Hauly afirmou ser o cooperativismo na área de saúde um aliado do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender aos milhões de brasileiros não atendidos pelo sistema universal. “O SUS não consegue atender 193 milhões habitantes”.

Um dos formuladores da legislação que criou o sistema único, Hauly disse que o pensamento do legislador ao estruturar essa forma universal de atendimento previa que metade da população seria atendida pelos planos de saúde. Hoje, as cooperativas de saúde ocupam percentual ainda pequeno. Uma preocupação do deputado Hauly é que a Agência Nacional de Saúde (ANS) desvirtue a atuação das cooperativas médicas. Segundo o deputado, o movimento econômico gerado pelas cooperativas de saúde, de médicos no Brasil, retorna em benefício da população.