Um terremoto de magnitude "muito forte" no Norte da Argentina, ocorrido no final da manhã de hoje, foi sentido em Maringá e Cascavel, assustando moradores de prédios mais antigos. O tremor marcou 6.7 graus na escala Richter a uma profundidade de 592 quilômetros, em Santiago Del Estero, na região dos Andes. As ondas sísmicas atingiram o Norte do Paraná às 10h47min e mobilizaram bombeiros em Maringá e Cascavel. Não houve danos materiais, apenas o susto dos moradores com a sensação desagradável do tremor.
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
TERREMOTO NA ARGENTINA É SENTIDO NO PARANÁ
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
TERREMOTO DO CHILE NÃO TEM REGISTRO DE VÍTIMAS
O Centro-Sul do Chile sofreu ontem (2) um terremoto de 6,9 graus na escala Richter, segundo o Escritório Nacional de Emergências do Ministério do Interior (Onemi) do país. Porém, a entidade descartou a possibilidade de tsunami. Não há registros de vítimas e danos graves. Os tremores de terra foram registrados por volta das 17h21min nas regiões de Bío Bío, Maule, O'Higgins, La Araucanía e Los Lagos. Os abalos foram percebidos também em Bariloche e San Martin de los Andes, na Argentina. De acordo com Departamento de Sismologia da Universidade do Chile, a magnitude do terremoto foi de 6,9 graus na escala Richter e com uma referência geográfica de 149 quilômetros a oeste da cidade de Tirúa. Em áreas próximas ao epicentro dos tremores houve cortes parciais de eletricidade e linhas telefônicas. Às 3 horas da manhã de hoje (3) houve um terremoto de 3 graus na escala Richter no Norte do país e 4 graus na área central do Chile atingindo também Viña del Mar e Valparaíso. Segundo o Serviço Sismológico dos Estados Unidos, o terremoto foi centrado em Concepción, no Sul do Chile – nas cidades de Talca, Temuco, Valdivia. Nas regiões de Bariloche e Rio Negro, na Argentina, também foram percebidos os efeitos dos abalos. ABr
domingo, 2 de janeiro de 2011
TERREMOTO ATINGE LITORAL CENTRO-SUL DO CHILE
O Sul do Continente Sulamericano voltou a ser sacudido, hoje, por mais três terremotos. A Argentina já havia registrado um terremoto muito forte no primeiro dia do ano, chegando a 7,0 graus em Santiago del Estero. Esse terremoto, que aconteceu às 9h56min de ontem foi sentido em várias cidades do Brasil, entre elas Maringá, Londrina e Interior de São Paulo. Hoje, o Litoral Centro-Sul do Chile tremeu às 20h20min por ação de um forte terremoto de 7,1 graus, com epicentro a 25 km de profundidade, na área de influêncida da cidade de Araucania. Cinquenta minutos depois, na mesma área, em Lebu, houve a réplica e a terra voltou a tremer no Chile, desta vez por conta de um terremoto moderado de 5,0 graus a 26 km de profundidade. E, agora pouco, às 23h43min GMT, aconteceu a tréplica do terremoto principal, com 4,8 graus e considerado leve. As informações são do Painel Global que monitora todos os movimentos sísmicos da Terra.terça-feira, 2 de março de 2010
TERREMOTO DO CHILE PODE TER DIMINUÍDO O DIA DA TERRA
Imagem divulgada pela NASA
Cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, JPL, informaram que o mega terremoto de 8.8 graus que atingiu o Chile no último dia 27 de fevereiro pode ter encurtado o comprimento do dia em aproximadamente 1.26 microssegundos. Segundo os pesquisadores, o efeito é a consequência de uma pequena alteração que pode ter sido aplicada a um dos eixos da Terra.
A conclusão é do cientista Richard Gross e de sua equipe, que usaram um complexo modelo matemático para concluir que o eixo de balanço sofreu um reajuste de 2.7 miliarcosegundos, o equivalente a um incremento de 8 centímetros. É importante notar que o eixo de balanço não é o mesmo que eixo de inclinação da Terra, mas um vetor hipotético ao redor do qual a massa do planeta está distribuída. A diferença entre os dois eixos de aproximadamente 10 metros.
Gross aplicou o mesmo modelo em dezembro de 2004, após o terremoto de 9.1 graus que sacudiu a ilha de Sumatra. Na ocasião, os valores computados mostraram que o mega terremoto encurtou o dia terrestre em aproximadamente 6.8 microssegundos, após deslocar o eixo de balanço por cerca de 7 centímetros.
Apesar do terremoto do Chile ser muito menor que o evento de Sumatra, Gross acredita que o maior deslocamento verificado agora se deve a dois motivos. Primeiro, ao contrário do terremoto de Sumatra de 2004, localizado perto do equador, o terremoto de 2010 no Chile foi localizado próximo às latitudes médias, o que o torna mais eficaz para a alteração do balanço das massas. Em segundo lugar, a falha responsável pelo terremoto de 2010 mergulha em um ângulo ligeiramente mais acentuado do que na falha responsável pelo terremoto de Sumatra. Isso faz com que a falha no Chile seja mais eficiente para deslocar a massa verticalmente, o que segundo Gross também é mais eficaz para alterar o eixo de balanceamento da Terra.
Apesar da expressão "mudança de eixo" estar normalmente associada às grandes catástrofes, a possível alteração provocada é extremamente insignificante e em nada altera os movimentos terrestres. Também é importante notar que os valores não são uma constatação real e sim uma simulação matemática da redistribuição da massa do planeta aplicada à conservação do movimento angular.
Fonte: Apolo11 - http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20100302-083628.inc
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
HAITI CONFIRMA A MORTE DE 212 MIL PESSOAS NO TERREMOTO DE JANEIRO
Pelo menos 212 mil pessoas morreram após o terremoto que atingiu o Haiti, no último dia 12, e alcançou 7 graus na escala Richter. O número de óbitos foi anunciado hoje (5) pelo primeiro-ministro do país, Jean-Max Bellerive. As informações são da agência portuguesa Lusa. Bellerive admitiu que o balanço ainda pode aumentar. O tremor de terra destruiu grande parte do que restava da infraestrutura da capital, Porto Príncipe, e deixou ainda milhares de feridos e quase 2 milhões de desabrigados.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
JOBIM RETORNA E FALA EM 17 BRASILEIROS MORTOS NO HAITI
O senador Flávio Arns fala à imprensa na Base Aérea, ao voltar de viagem ao Haiti, na madrugada de hoje. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, regressou do Haiti dizendo ter ficado impressionado com a capacidade da população haitiana de resistir à dor e afirmando que o Brasil continuará à frente dos trabalhos de auxílio às vítimas do terremoto que atingiu o país caribenho na terça-feira (12). Para o ministro, o Brasil deve se manifestar solidário ao sofrimento haitiano e demonstrar quem tem capacidade de coordenar uma atuação organizada.
“Não adianta fazer lamentações, mas sim demonstrar que temos capacidade de agir de forma organizada e racional. E não adianta querer fazer assistencialismo unilateral. O que tem que ser feito é o assistencialismo multilateral, em coordenação com o país, com a ONU [Organização das Nações Unidas] e com os outros países”, afirmou Jobim esta madrugada, logo após desembarcar na Base Aérea de Brasília. Durante o tempo que passou no Haiti, Jobim e integrantes da comitiva brasileira sobrevoaram Porto Príncipe e visitaram alguns dos principais pontos comprometidos ou destruídos pelo forte tremor de terra. Ontem (14), os representantes brasileiros se reuniram com o presidente haitiano, Reneé Preval, a quem apresentaram algumas sugestões, como a de acelerar a abertura de covas para enterrar parte dos corpos já encontrados.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, regressou do Haiti dizendo ter ficado impressionado com a capacidade da população haitiana de resistir à dor e afirmando que o Brasil continuará à frente dos trabalhos de auxílio às vítimas do terremoto que atingiu o país caribenho na terça-feira (12). Para o ministro, o Brasil deve se manifestar solidário ao sofrimento haitiano e demonstrar quem tem capacidade de coordenar uma atuação organizada.
“Não adianta fazer lamentações, mas sim demonstrar que temos capacidade de agir de forma organizada e racional. E não adianta querer fazer assistencialismo unilateral. O que tem que ser feito é o assistencialismo multilateral, em coordenação com o país, com a ONU [Organização das Nações Unidas] e com os outros países”, afirmou Jobim esta madrugada, logo após desembarcar na Base Aérea de Brasília. Durante o tempo que passou no Haiti, Jobim e integrantes da comitiva brasileira sobrevoaram Porto Príncipe e visitaram alguns dos principais pontos comprometidos ou destruídos pelo forte tremor de terra. Ontem (14), os representantes brasileiros se reuniram com o presidente haitiano, Reneé Preval, a quem apresentaram algumas sugestões, como a de acelerar a abertura de covas para enterrar parte dos corpos já encontrados.
Diferentemente dos últimos números que vinham sendo divulgados, dando conta da morte de 15 brasileiros, Jobim declarou que as vítimas podem chegar a 17, sendo 14 militares, a médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, o vice-representante da ONU no Haiti, o brasileiro Luiz Carlos da Costa, e uma outra pessoa que ele não identificou. Além disso, até o momento, oficialmente, há quatro desaparecidos.
Ainda segundo o ministro, os corpos dos 14 militares brasileiros mortos devem chegar ao Brasil no máximo até este domingo (17). (ABr)
Militares da Aeronáutica colocam em um carro do Instituto Médico Legal o caixão com o corpo da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
IMAGENS DA AJUDA BRASILEIRA AO HAITI
O plano emergencial do governo brasileiro de ajuda ao Haiti terá ações nas cinco áreas prioritárias identificadas pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que chegou na noite de ontem (13) ao país: sepultamento dos mortos, socorro médico aos feridos, remoção de destroços, reforço da segurança nas operações e distribuição de suprimentos, principalmente água e comida. A estratégia foi traçada pela comitiva brasileira no Haiti, após reuniões com comandantes militares que atuam nas forças de paz e visitas às tropas atingidas pelo terremoto. Pelo menos 14 militares brasileiros morreram e quatro ainda estão desparecidos. Jobim conversou sobre o plano hoje (14) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e relatou a situação da capital, Porto Príncipe, após a tragédia.
De acordo com o Ministério da Defesa, 15 engenheiros serão enviados ao Haiti para reforçar o Batalhão de Engenharia do Exército, que também vai receber equipamentos pesados da construtora OAS, que realiza obras no país, para auxiliar na retirada dos escombros e desobstrução das ruas, principalmente para garantir o acesso da ajuda humanitária e serviços de resgate. Os engenheiros brasileiros também ajudarão no sepultamento dos corpos. A grande quantidade de mortos espalhados pelas ruas preocupa as autoridades pelo risco de epidemias e contaminação. O governo brasileiro vai sugerir às autoridades haitianas a indicação de um local para construção de um cemitério.
Pelo menos dois hospitais de campanha brasileiros serão montados em Porto Príncipe. As equipes e equipamentos para o primeiro, da Aeronáutica, devem seguir ainda hoje para o país caribenho. Também deverá ser enviado hospital de campanha da Marinha, além de kits do Ministério da Saúde com medicamentos para atendimento básico. Após o terremoto, muitos haitianos foram buscar socorro na sede da missão brasileira. Até para receber a ajuda humanitária internacional, o Haiti deverá enfrentar dificuldades. A avaliação do governo brasileiro é que será necessário montar estrutura para armazenamento e distribuição dos alimentos que já começaram a chegar ao país.
As tropas brasileiras também deverão atuar no reforço da segurança de comboios de ajuda humanitária e hospitais de campanha, para evitar saques e invasões.
As imagens são do repórter fotográfico Roosewelt Pinheiro/Abr:
De acordo com o Ministério da Defesa, 15 engenheiros serão enviados ao Haiti para reforçar o Batalhão de Engenharia do Exército, que também vai receber equipamentos pesados da construtora OAS, que realiza obras no país, para auxiliar na retirada dos escombros e desobstrução das ruas, principalmente para garantir o acesso da ajuda humanitária e serviços de resgate. Os engenheiros brasileiros também ajudarão no sepultamento dos corpos. A grande quantidade de mortos espalhados pelas ruas preocupa as autoridades pelo risco de epidemias e contaminação. O governo brasileiro vai sugerir às autoridades haitianas a indicação de um local para construção de um cemitério.
Pelo menos dois hospitais de campanha brasileiros serão montados em Porto Príncipe. As equipes e equipamentos para o primeiro, da Aeronáutica, devem seguir ainda hoje para o país caribenho. Também deverá ser enviado hospital de campanha da Marinha, além de kits do Ministério da Saúde com medicamentos para atendimento básico. Após o terremoto, muitos haitianos foram buscar socorro na sede da missão brasileira. Até para receber a ajuda humanitária internacional, o Haiti deverá enfrentar dificuldades. A avaliação do governo brasileiro é que será necessário montar estrutura para armazenamento e distribuição dos alimentos que já começaram a chegar ao país.
As tropas brasileiras também deverão atuar no reforço da segurança de comboios de ajuda humanitária e hospitais de campanha, para evitar saques e invasões.
As imagens são do repórter fotográfico Roosewelt Pinheiro/Abr:
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
LÍDER DO GOVERNO CONFIRMA MORTE DE ZILDA ARNS NO TERREMOTO DO HAITI
A coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Dona Zilda Arns Neumman, é uma das vítimas brasileiras do terremoto que atingiu ontem (12) Porto Príncipe, capital do Haiti. A informação é da líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), que esteve hoje (13) no Palácio do Planalto e que acompanhou toda a movimentação do staff presidencial para o recolhimento de informações.
Segundo ela, todos os contatos estão sendo feitos pelo chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que já conversou com parentes, inclusive com o senador Flávio Arns (PSDB-PR), sobrinho de Zilda. O parlamentar embarcou para o Haiti junto com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
"Parece que ela estava nas ruas de Porto Príncipe no momento do terremoto e teria sido atingida por algo”, disse Ideli Salvatti. No Palácio do Planalto, a mobilização de ministros e assessores do presidente “é total”, afirmou a líder do governo no Congresso.
A médica viajou neste final de semana para encontro missionário em uma entidade chamada CIFOR.US e estava hospedada na sede episcopal. De acordo a assessoria de Zilda Arns, a coordenadora estava no Haiti para levar a metodologia de atendimento da Pastoral da Criança no combate à desnutrição.
O desaparecimento de Dona Zilda, de 75 anos, foi confirmado à Agência Brasil pelo filho Rubens Arns. Segundo ele, o último contato com a mãe foi feito no sábado (9). (ABr)
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