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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

IMAGENS DA AJUDA BRASILEIRA AO HAITI


O plano emergencial do governo brasileiro de ajuda ao Haiti terá ações nas cinco áreas prioritárias identificadas pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que chegou na noite de ontem (13) ao país: sepultamento dos mortos, socorro médico aos feridos, remoção de destroços, reforço da segurança nas operações e distribuição de suprimentos, principalmente água e comida. A estratégia foi traçada pela comitiva brasileira no Haiti, após reuniões com comandantes militares que atuam nas forças de paz e visitas às tropas atingidas pelo terremoto. Pelo menos 14 militares brasileiros morreram e quatro ainda estão desparecidos. Jobim conversou sobre o plano hoje (14) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e relatou a situação da capital, Porto Príncipe, após a tragédia.

De acordo com o Ministério da Defesa, 15 engenheiros serão enviados ao Haiti para reforçar o Batalhão de Engenharia do Exército, que também vai receber equipamentos pesados da construtora OAS, que realiza obras no país, para auxiliar na retirada dos escombros e desobstrução das ruas, principalmente para garantir o acesso da ajuda humanitária e serviços de resgate. Os engenheiros brasileiros também ajudarão no sepultamento dos corpos. A grande quantidade de mortos espalhados pelas ruas preocupa as autoridades pelo risco de epidemias e contaminação. O governo brasileiro vai sugerir às autoridades haitianas a indicação de um local para construção de um cemitério.

Pelo menos dois hospitais de campanha brasileiros serão montados em Porto Príncipe. As equipes e equipamentos para o primeiro, da Aeronáutica, devem seguir ainda hoje para o país caribenho. Também deverá ser enviado hospital de campanha da Marinha, além de kits do Ministério da Saúde com medicamentos para atendimento básico. Após o terremoto, muitos haitianos foram buscar socorro na sede da missão brasileira. Até para receber a ajuda humanitária internacional, o Haiti deverá enfrentar dificuldades. A avaliação do governo brasileiro é que será necessário montar estrutura para armazenamento e distribuição dos alimentos que já começaram a chegar ao país.

As tropas brasileiras também deverão atuar no reforço da segurança de comboios de ajuda humanitária e hospitais de campanha, para evitar saques e invasões.

As imagens são do repórter fotográfico Roosewelt Pinheiro/Abr:








quarta-feira, 26 de agosto de 2009

PESQUISADORES JAPONESES ESTÃO EM LONDRINA VISITANDO A EMBRAPA SOJA


Sete representantes de instituições de pesquisa, cooperação internacional e fomento, vinculadas ao governo japonês - Japan International Research Center for Agricultural Sciences (Jircas), Japan International Cooperation Agency (JICA) e do Japan Science Technology (JST) - estão em Londrina e até o próximo dia 31 de agosto manterão reuniões de trabalho na Embrapa Soja para detalhar as linhas de trabalho do projeto da Embrapa/Jircas Desenvolvimento de tecnologias em engenharia genética de culturas com tolerância a estresses contra a degradação do ambiente global.

Na reunião de trabalho, pesquisadores brasileiros e japoneses irão definir conjuntamente como será conduzido o projeto de cinco anos de pesquisa, determinando atividades em diferentes planos de ação, definindo responsabilidades para cada atividade.

O projeto que pretende desenvolver cultivares de soja tolerantes à seca e a altas temperaturas irá permitir a aquisição de novos equipamentos de biotecnologia, material de laboratório e a contratação de pessoal especializado.