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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

REQUIÃO CRITICA PAULO BERNARDO E DIZ QUE NÃO PRECISA PEDIR FAVOR A MINISTRO


O governador Roberto Requião voltou a criticar, nesta terça-feira (2), o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que sugeriu, em entrevista à Gazeta do Povo, que o Paraná estaria sendo prejudicado na distribuição de recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). “Eu não sabia disso, temos projetos à beça no PAC. Mas estamos sendo discriminados, segundo Paulo Bernardo, porque o governador do Paraná não vai a Brasília se ajoelhar na frente dos ministros e pedir favores especiais”, afirmou Requião, durante a reunião semanal da Escola de Governo, realizada no auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. “Não é assim que se governa. O governo federal tem um planejamento para o PAC, e não preciso pedir favor especial a ministro algum. Além disso, temos bancada na Câmara, temos senadores e, até domingo, pensava que tínhamos um ministro paranaense também. Mas o ministro quer o governador ajoelhado para conseguir favor em troca do quê? Eu não acredito que seja assim que o presidente Lula (Luiz Inácio Lula da Silva) pense”, argumentou o governador.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PAULO BERNARDO VOLTA A CRITICAR FISCALIZAÇÃO DO TCU

A paralisação de obras públicas com indícios de irregularidades tem gerado divergências entre membros do governo e do Tribunal de Contas da União (TCU). Hoje (27), em Curitiba, ao falar sobre a relação entre o Executivo e o TCU, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, criticou as paralisações impostas pelo tribunal,órgão fiscalizador ligado à Câmara dos Deputados."O governo entende que toda fiscalização deve ter o objetivo de melhorar gastos públicos, e não o de paralisar obras ou investimentos”, disse o ministro. Ele informou que, na reunião que o governo fez com oito ministros do TCU, numa tentativa de retomar o diálogo com o órgão, os próprios ministros teriam concordado que não é razoável obras ficarem paralisadas, por exemplo, por 18 meses.Na tentativa de regulamentar os procedimentos de controle e outras práticas na administração pública, o governo chegou a constituir em 2007 uma comissão para elaborar o anteprojeto para a Lei Orgânica da Administração Pública. A minuta do anteprojeto foi apresentada pelo governo no início de novembro. Segundo os críticos da proposta, ela limitaria o poder de controle do tribunal.