quinta-feira, 3 de outubro de 2013

LONDRINA É AÇOITADA POR NOVA TEMPESTADE


A cidade viveu durante mais de uma hora, nesta noite, os efeitos de uma nova tempestade. Ao invés de ventos de 104 km/h, o mau tempo de hoje carregou em verdadeiro bombardeio de raios e trovões. Os raios iluminaram o céu do Norte do Paraná, além do som forte de trovões. A chuva caiu forte e contribuiu para elevar o volume pluviométrico, que neste início de outubro já ultrapassou os 110 mm. Registrei entre 19h30min e 20h20min as imagens da tempestade.  




BOMBARDEIO DE RAIOS E TROVÕES.

domingo, 22 de setembro de 2013

CENAS DA PIOR TEMPESTADE EM LONDRINA


A cidade registrou, no início da tarde deste domingo, a pior tempestade da sua história. Em 15 minutos, ventos de 104,4 km/h derrubaram centenas de árvores de grande porte, painéis de rua, muros e telhados de casas. A rede de energia da Copel foi drasticamente afetada, deixando milhares de casas e estabelecimentos comerciais sem luz. A tempestade derrubou postes e danificou a rede de alta tensão. Vários trechos de ruas e avenidas foram interditados pela queda de árvores, arrancadas pela força do vento. O temporal atingiu Londrina no sentido Norte-Sul e causou estragos em todas as regiões da cidade. A Copel distribuiu 30 equipes para o trabalho de recuperação da rede elétrica. Confira as imagens do temporal, que registrei no centro e nos bairros.
















terça-feira, 17 de setembro de 2013

AGORA SIM! A CHUVA MOLHOU A TERRA



A estiagem do Inverno 2013 durou 57 dias. O Norte do Paraná já recebeu mais de 30 mm de chuva. A terra agradece. A população, também. A umidade subiu dos 30% para 100% e foi um alívio para os pulmões. Com a chuva, acabou a poeira vermelha que coloria, diariamente, o nascer e o pôr do Sol. Nas próximas horas, a região Norte começa receber ar frio, que já atinge as cidades paranaenses ao longo da fronteira com Santa Catarina. O frio não terá a mesma intensidade das ondas anteriores, mas será a despedida do Inverno, que termina no final desta semana.

As imagens registram a situação de Londrina, às 10h30min desta terça-feira.





terça-feira, 27 de agosto de 2013

NEVA NO RIO GRANDE DO SUL

Imagem de Anderson Monteiro

Está nevando em dezenas de cidades gaúchas. O tempo permanece chuvoso no Rio Grande do Sul, favorecendo a queda de neve, especialmente em regiões serranas. O fenômeno começou no início da noite e avança nesta madrugada de terça-feira. 


A edição desta terça-feira do Correio do Povo, de Porto Alegre, relata a queda de neve:

Reprodução do Correio do Povo


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

CHUVA VIRA CHUVISCOS. UMIDADE MELHORA E FRIO AUMENTA NO PARANÁ


A chuva prevista para hoje chegou perto, mas grande parte do Norte do Paraná recebeu apenas muitas nuvens e chuviscos. Mesmo assim, a região foi beneficiada pela elevação, nesta noite, da umidade relativa do ar, que atingiu 89%. Mais da metade do Paraná teve chuva de intensidade. Áreas do Sul do Estado acumularam, segundo o SIMEPAR, mais de 40 milímetros. Para terça, quarta e quinta estão previstas temperaturas baixas em todas as regiões do Estado.




domingo, 25 de agosto de 2013

ESTIAGEM DE 35 DIAS NO NORTE DO PARANÁ DEVE TERMINAR NESTA SEGUNDA

O Norte do Paraná deve receber chuva nesta segunda-feira, interrompendo a estiagem de 35 dias. O tempo começou a mudar, no início da noite deste domingo (foto), com a entrada de nuvens, que estão sendo empurradas por ventos Sudoeste/Noroeste. A umidade, muito baixa durante as últimas semanas, subiu e deve colaborar para a formação de áreas com chuvas. A previsão dos principais institutos indicam que haverá queda de temperaturas. A mínima, na quarta-feira, deve ficar em 7°C, segundo o SIMEPAR. 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

LUA CHEIA DE AGOSTO



As imagens são desta noite, 20 de Agosto de 2013, início da fase de Lua Cheia.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

VENTO E AR SECO REDUZEM EFEITOS DE GEADAS NO NORTE DO PARANÁ

Ausência de orvalho e vento de pouca intensidade evitaram, na madrugada de hoje, a formação de geadas leves nas baixadas e vales de boa parte de Londrina e do Norte do Paraná. A chuva do início da semana no Estado não chegou para esta região. Com isso, a umidade relativa do ar, no período da tarde, tem sido baixa, perto dos 30%. As áreas sujeitas a geadas fracas ficaram sem orvalho suficiente para congelamento. Nos vales da cidade, quase não foi possível identificar a formação de geada. Observem as fotos desta manhã com imagens registradas entre 7 e 8 horas. A temperatura mínima de Londrina, hoje, foi 3,2°C na estação do SIMEPAR e 2,0°C na estação deste blog. A temperatura mínima de hoje, no Paraná, foi registrada em Inácio Martins, com -1,9°C. Para amanhã a previsão indica tempo bom, com temperaturas mais elevadas no Norte do Paraná.






quarta-feira, 14 de agosto de 2013

VEJA O MAPA DA GEADA NESTA QUINTA-FEIRA NO PARANÁ


O SIMEPAR desenhou o mapa da geada nesta quinta-feira no Paraná. Em vermelho, a previsão indica geada forte; em amarelo, geada moderada; e, em verde, a geada será fraca, atingindo mais as baixadas e os fundos de vales. 

GEADA PROVOCA PREJUÍZO DE R$ 1,26 BILHÃO AO PARANÁ

O clima chuvoso em junho e as fortes geadas da segunda quinzena de julho prejudicaram principalmente as lavouras de trigo, café e a segunda safra do milho, no Paraná. Os prejuízos representam R$ 1,26 bilhão. O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, apontou que a geada do fim de julho, considerada a mais rigorosa desde 2000, reduziu a produção em 33% da lavoura de trigo e 8% da segunda safra de milho. O maior estrago das geadas ocorreu na cultura do café, que teve comprometido cerca de 62% das lavouras para a safra de 2014. Os agricultores paranaenses esperavam colher mais de 38,3 milhões de toneladas de grãos, somadas as três safras – de verão, outono/inverno e de inverno. Na avaliação do Deral com as geadas esse valor deve ficar entorno de 36,3 milhões de toneladas. 

CAFÉ – A safra 2013 do café, estimada 1,7 milhão de sacas, não deverá ter prejuízos significativos em função das geadas. Do volume esperado para a safra 2014, de 1,54 milhão de sacas, haverá redução de 62% ocasionadas pelas geadas deste ano. Na avaliação do Deral, a produção de 2014 será reduzida a 582 mil sacas, que provocará prejuízo de R$ 253 milhões aos produtores no próximo ano. As perdas foram intensas em todo o Estado.

TRIGO - O trigo paranaense encontrava-se praticamente com a totalidade da safra plantada até 22 de julho. Da área, 47% da plantação estava germinando ou em desenvolvimento vegetativo, fases não suscetíveis a geadas. O prejuízo aos produtores, considerando os preços de mercado, está estimado em R$ 728,8 milhões. Pelos números levantados pelos técnicos do Deral, estima-se que 954 mil toneladas de trigo serão perdidas principalmente em função das geadas. As principais perdas da cultura do trigo estão concentradas nas regiões de Cascavel, Campo Mourão, Ivaiporã e Apucarana. Antes da geada o trigo era cotado a R$ 42,06 para a saca de 60 quilos. Na cotação de terça-feira (13), a saca estava cotada em R$ 45,39. 

MILHO – Diferente do trigo, os danos causados na lavoura de milho pela geada de julho foram menos significativos. Na avaliação do Deral estima-se que 960 mil toneladas da segunda safra 2012/2013 de milho serão perdidas em função das variações climáticas, deixando prejuízo estimado de R$ 278 milhões aos agricultores. Isso inclui as geadas, a estiagem e as doenças ocasionadas pelo excesso de chuvas em junho. Com isso a produção paranaense do milho safrinha, atualmente estimada em 10,6 milhões de toneladas, teve perda de 8% em relação ao potencial produtivo que era de 11,6 milhões de toneladas. As regiões mais atingidas na cultura do milho ocorreram em Londrina, Jacarezinho e Cornélio Procópio, com mais de 20% de redução em relação a produção inicialmente estimada. As três regiões respondem por 24% da área semeada no Estado.

PROAGRO - As regras da subvenção ao prêmio do seguro rural variam de acordo com a cultura. O Governo do Estado subvenciona 50% do que cabe ao produtor. No caso do milho da segunda safra, trigo e demais grãos, o Governo Federal paga até 70% do valor do prêmio e o Governo do Estado arca com 15% do valor do prêmio, ou seja, metade do que compete ao produtor pagar. No café, o Governo Federal paga 40% e o Governo do Estado contribui com 30%, restando ao produtor pagar 30%. Nas frutas, o Governo Federal paga 60% e o Governo do Estado arca com 20%, restando ao produtor complementar com 20% do valor do prêmio.

Até 2011, a subvenção ao prêmio de seguro rural amparava apenas o milho da segunda safra, o trigo nas modalidades sequeiro e irrigado e o café. Agora, está sendo ampliada para amparar mais 26 culturas - abacaxi, algodão, alho, arroz, batata, cebola, cevada, feijão de primeira e segunda safra, tomate, ameixa, caqui, figo, goiaba, kiwi, laranja, maçã, melancia, morango, nectarina, pera, pêssego, tangerina, uva e floresta cultivada, além da pecuária.